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Capa do Livro dos pontos de vista

O livro dos pontos de vista

Editora Ática | 2006
A existência de pontos de vista variados acontece porque as pessoas são parecidas e, ao mesmo tempo, muito diferentes umas das outras. Afinal, cada uma tem sua experiência de vida, sua cultura, sua história, suas crenças, seus desejos, seu estilo e gosto pessoal, enfim, sua maneira de ser.
Capa do livro Chega de saudade

Chega de saudade

Moderna | 2006
Araújo ama Ophélia, meu segundo livro, foi publicado, em sua primeira versão, pela Melhoramentos, em 1981. O texto curto, dirigido principalmente ao público infantil, conta a história de dois velhinhos, ex-namorados na infância, que se reencontram no fim da vida, tomam coragem e decidem defender certa árvore que uma construtora pretende derrubar.
Capa do livro Araújo & Ophélia

Araújo & Ophélia

Moderna | 2006
Além de Araújo e Ophélia, personagens deste livro e também de Chega de saudade, outros textos meus também trazem personagens idosos.
Capa do livro Contos de Espanto e Alumbramento

Contos de Espanto e Alumbramento

Scipione | 2005
A começar pelo título: contos de espanto você sabe o que é. E alumbramento? Surpreender a gente com palavras, não sozinhas, mas uma junto com as outras, dando um sentido maior ao que está sendo dito, é uma arte. Ricardo Azevedo é um grande conhecedor dessa arte.
Capa do livro Abre a boca

Abre a boca

Companhia das Letrinhas | 2005 | Ilustrações: Graça Lima
Agora é moleza, mas ir ao dentista já foi uma desgraça.
Capa do livro Ninguém sabe o que é um poema

Ninguém sabe o que é um poema

Ática | 2005
O livro que você tem nas mãos é uma antologia de poemas. Poemas são textos inventados por poetas. Poetas são sujeitinhos inconvenientes, cheios de vontades, que adoram fazer bagunça e mudar tudo de lugar.
Capa do livro Contos de Bicho do Mato

Contos de Bichos do Mato

Ática | 2005
Passando na frente de uma casa, um andarilho sente um cheirinho delicioso vindo da cozinha. O sujeito é pobre e está faminto. Bate na porta e pede comida. Vem a dona da casa e diz que naquele dia não fez jantar.
Capa do livro Contos de enganar a morte

Contos de enganar a morte

Editora Ática | 2003
Certa segunda-feira, eu estava na quarta série do primeiro grau, a professora entrou na classe com uma péssima notícia: o pai de um nosso colega tinha morrido afogado em Bertioga, no litoral paulista. Lembro do sentimento de medo: e se meu pai também morresse? Lembro de estremecer de pena e tristeza por causa do meu amigo. Lembro de me perguntar: o que é a morte?