|
Por meio de versos livre, “A casa do meu avô” é
apresentada: “Ah como é doce essa vida/ na casa do meu avô!”.
Em seguida, as pessoas e coisas que fazem parte da casa também
merecem versos: o jardineiro português, o cão Dengoso, o
piano misteriosos, a vovó: onde será que ela está?,
o louco tio Nená, a vizinha Isildinha e a fada feiticeira, que
é a cozinheira Geralda. Ensina o Disparate, que é um jogo
de inventar histórias. As ilustrações do autor são
coloridas, em tons suaves e traços simples, ocupando páginas
inteiras e duplas. Para crianças com domínio de leitura
e para ser lida aos pequenos. (Kazue Matuda Miura apud Bibliografia Brasileira
de Literatura Infantil e Juvenil – São Paulo – V.9
– P. 1-278 – 2001 Biblioteca Infanto-Juvenil Monteiro Lobato)
|
|
|
|